Vidigal pede para deixar o cargo no Ministério do Trabalho
O ex-prefeito da Serra e atual secretário de Políticas Públicas do Ministério do Trabalho, Sérgio Vidigal (PDT), pediu exoneração do cargo nesta sexta-feira (13/09).
De acordo com a assessoria do pedetista, Vidigal entregou uma carta com o pedido de demissão ao ministro e colega de partido Manoel Dias.
Vidigal, que assumiu o cargo em Brasília há três meses, foi investigado na Operação Pronto Emprego, que apura fraude no repasse de R$ 47,5 milhões em recursos do Ministério para a ONG Ceat (Centro de Atendimento ao Trabalhador).
Ele foi seguido e monitorado - até por meio de escutas telefônicas - pela Polícia Federal, com autorização judicial.
Na quinta-feira (12/09), ele enviou um ofício à Superintendência da PF em São Paulo em que se coloca à disposição para prestar esclarecimentos.
"AVAL"
Reportagem do jornal Folha de S. Paulo mostra que a polícia registrou conversas telefônicas entre o secretário e o diretor da ONG, o padre Lício de Araújo Vale.
O tom dessas conversas, de acordo com a PF, indicam que Vidigal deu “aval” para que assessores do Ministério do Trabalho e Emprego facilitassem a assinatura de aditivos ilegais, permitindo que mais dinheiro fosse repassado à entidade.
Sérgio Vidigal nega. “A degravação não fala nada, só mostra que eu o atendi bem ao telefone. Ele era o representante de uma instituição e era o meu trabalho atender, mas não dei aval e não assinei nenhum convênio”, diz o secretário.
Em outro episódio, como registrou o jornal O Estado de São Paulo, policiais federais seguiram Vidigal até um restaurante na capital paulista, no dia 19 de julho, e flagraram um almoço em que o secretário e a presidente do Ceat, Jorgette Maria Oliveira, estavam presentes.
De acordo com a assessoria do pedetista, Vidigal entregou uma carta com o pedido de demissão ao ministro e colega de partido Manoel Dias.
Vidigal, que assumiu o cargo em Brasília há três meses, foi investigado na Operação Pronto Emprego, que apura fraude no repasse de R$ 47,5 milhões em recursos do Ministério para a ONG Ceat (Centro de Atendimento ao Trabalhador).
Ele foi seguido e monitorado - até por meio de escutas telefônicas - pela Polícia Federal, com autorização judicial.
Na quinta-feira (12/09), ele enviou um ofício à Superintendência da PF em São Paulo em que se coloca à disposição para prestar esclarecimentos."AVAL"
Reportagem do jornal Folha de S. Paulo mostra que a polícia registrou conversas telefônicas entre o secretário e o diretor da ONG, o padre Lício de Araújo Vale.
O tom dessas conversas, de acordo com a PF, indicam que Vidigal deu “aval” para que assessores do Ministério do Trabalho e Emprego facilitassem a assinatura de aditivos ilegais, permitindo que mais dinheiro fosse repassado à entidade.
Sérgio Vidigal nega. “A degravação não fala nada, só mostra que eu o atendi bem ao telefone. Ele era o representante de uma instituição e era o meu trabalho atender, mas não dei aval e não assinei nenhum convênio”, diz o secretário.
Em outro episódio, como registrou o jornal O Estado de São Paulo, policiais federais seguiram Vidigal até um restaurante na capital paulista, no dia 19 de julho, e flagraram um almoço em que o secretário e a presidente do Ceat, Jorgette Maria Oliveira, estavam presentes.
Durante a Operação, no dia 3 deste mês, Jorgette chegou a ser presa, mas já foi liberada.
Outro preso foi um assessor do Departamento de Empregos e Salários, vinculado à Secretaria dirigida por Vidigal, Gleide Santos Costa.
Sobre esse dia, Vidigal lembra que estava em São Paulo cumprindo agenda oficial do Ministério, em visitas a projetos realizados pela pasta, inclusive os que são de responsabilidade da Ceat.
Outro preso foi um assessor do Departamento de Empregos e Salários, vinculado à Secretaria dirigida por Vidigal, Gleide Santos Costa.
Sobre esse dia, Vidigal lembra que estava em São Paulo cumprindo agenda oficial do Ministério, em visitas a projetos realizados pela pasta, inclusive os que são de responsabilidade da Ceat.
Após as visitas, ainda de acordo com o secretário, ele aceitou um convite para almoçar com um grupo de pessoas, incluindo Jorgette, mas disse que não houve conversas sobre assinatura de convênios. (Com informações da Rádio CBN-Vitória. Foto: redetribuna.com.br)
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