Ex-prefeito tem prisão preventiva decretada em operação da PF
O ex-prefeito da Serra e atual secretário nacional de Políticas Públicas de Emprego, Sérgio Vidigal (PDT), teve a prisão preventiva decretada na Operação Esopo, deflagrada pela Polícia Federal nesta segunda-feira (9/09).
As informações são do jornal O Globo, que também divulgou que a sala do pedetista teria sido alvo do mandado de busca e apreensão de documentos.
As investigações revelaram a existência de fraudes no repasse de verbas para uma entidade que teria firmado “convênios de fachada” com o Ministério do Trabalho em 11 estados, entre eles o Espírito Santo.
De acordo com a mulher de Vidigal, a deputada federal Sueli Vidigal (PDT), o ex-prefeito estaria a serviço do MTE em Bogotá, na Colômbia. Ela disse que o casal não tinha conhecimento do mandado de prisão referente à operação policial.
De acordo com a mulher de Vidigal, a deputada federal Sueli Vidigal (PDT), o ex-prefeito estaria a serviço do MTE em Bogotá, na Colômbia. Ela disse que o casal não tinha conhecimento do mandado de prisão referente à operação policial.
Na semana passada, o ex-prefeito já havia negado qualquer relação com fraudes descobertas no Ministério em outra ação deflagrada pela Polícia Federal.
A Operação Esopo foi deflagrada segunda-feira em 11 estados e no Distrito Federal. Foram expedidos 49 mandados judiciais, incluindo de prisão, de busca e apreensão e de condução coercitiva.
A Operação Esopo foi deflagrada segunda-feira em 11 estados e no Distrito Federal. Foram expedidos 49 mandados judiciais, incluindo de prisão, de busca e apreensão e de condução coercitiva.
Segundo as investigações, o Instituto Mundial do Desenvolvimento e da Cidadania (IMDC), entidade com sede em Belo Horizonte, realizou convênios de fachada com o Ministério em 11 estados – Espírito Santo, Minas, Mato Grosso, Rio, Pernambuco, São Paulo, Ceará, Amapá, Paraná, Rondônia, Paraíba - e no Distrito Federal.
Nos últimos cinco anos, segundo a PF, cerca de R$ 400 milhões saíram do Ministério do Trabalho e Emprego e foram parar nos cofres do IMDC.
Nos últimos cinco anos, segundo a PF, cerca de R$ 400 milhões saíram do Ministério do Trabalho e Emprego e foram parar nos cofres do IMDC.
O valor do rombo não é conhecido, porém, alguns contratos analisados já revelaram um desvio de R$ 55 milhões no montante de R$ 79 milhões repassados pelo Ministério.
O empresário mineiro Deivson Oliveira Vidal, presidente do IMDC, é apontado como o líder da organização criminosa e principal operador financeiro do esquema de desvios.
NO ESTADO
De acordo com levantamento em publicações no Diário Oficial, a IMDC firmou pelo menos três contratos no Espírito Santo – dois com o Governo do Estado e um com a Prefeitura da Serra, durante a gestão de Vidigal.
NO ESTADO
De acordo com levantamento em publicações no Diário Oficial, a IMDC firmou pelo menos três contratos no Espírito Santo – dois com o Governo do Estado e um com a Prefeitura da Serra, durante a gestão de Vidigal.
O primeiro acordo foi assinado no dia 6 de julho de 2012 pela então secretária municipal de Trabalho da Serra, atual deputada estadual Janete de Sá (PMN), no valor de R$ 3,8 milhões. O acordo previa a execução do Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem) no Município.
No caso dos dois acordos firmados entre o Governo do Estado e a entidade, ambos foram assinados no ano de 2013. Em abril, a Secretaria de Educação (Sedu) assinou um contrato de R$ 5,57 milhões para a prestação de serviço de formação inicial, distribuição de material didático e publicação dos resultados do Programa Brasil Alfabetizado.
No caso dos dois acordos firmados entre o Governo do Estado e a entidade, ambos foram assinados no ano de 2013. Em abril, a Secretaria de Educação (Sedu) assinou um contrato de R$ 5,57 milhões para a prestação de serviço de formação inicial, distribuição de material didático e publicação dos resultados do Programa Brasil Alfabetizado.
No dia 12 de agosto, a Secretaria de Ciência e Tecnologia firmou acordo para a execução de ações de qualificação do Projovem em municípios capixabas, ao custo de R$ 5,41 milhões. (Com informações do site Século Diário. Foto: redetribuna.com.br)
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