Assistência social e fé combatem desemprego por causa do crack
A boa notícia é que a fé tem sido uma aliada da assistência social no enfrentamento do problema, produzindo bons resultados. “Graças a Deus não perdi minha capacidade de executar atividades do dia a dia”, relata um ex-dependente químico, que perdeu tudo por causa do vício em crack.
Ele reverteu a situação ao receber ajuda em um projeto social cristão: "Depois de muito tempo afastado do trabalho me sinto preparado para voltar à ativa”.
No Espírito Santo, de 2012 para 2013, saltou em mais de 14% a quantidade de segurados do INSS, que precisaram ausentar-se do emprego para tratar, principalmente, o vício em crack, álcool e cocaína.
Esse cenário tem se agravado ao ponto de fazer com que alguns trabalhadores nunca voltem às atividades, aposentando-se por invalidez. Além do vício, essas pessoas apresentam doenças crônicas e irreversíveis, como cirrose, outras doenças hepáticas, transtornos mentais e comportamentais.
No Estado, em 2013, foram 618 afastamentos relacionados a drogas: 78 casos a mais que 2012. Só o crack correspondeu a 70% das licenças do ano passado. No Brasil, em oito anos, a soma de auxílios concedidos a dependentes químicos passou de 1 milhão. No ano passado, foram 143.451 casos.
RESGATADO
O fotógrafo Guiomédice Paixão, 43 anos, usava drogas e foi resgatado por um projeto assistencial cristão. Por conta do vício em crack, ele perdeu carro, casa, família e um estúdio, famoso na década de 90. Hoje, já experimenta outra realidade.
“Graças a Deus não perdi minha capacidade de executar atividades do dia a dia. Por isso, além de trabalhar no escritório do projeto, conserto computadores e faço outras tarefas. Sinto-me preparado para voltar ao trabalho”. (Texto: André Oliveira, com informações da Gazeta Multimídia)
No Espírito Santo, de 2012 para 2013, saltou em mais de 14% a quantidade de segurados do INSS, que precisaram ausentar-se do emprego para tratar, principalmente, o vício em crack, álcool e cocaína.
Esse cenário tem se agravado ao ponto de fazer com que alguns trabalhadores nunca voltem às atividades, aposentando-se por invalidez. Além do vício, essas pessoas apresentam doenças crônicas e irreversíveis, como cirrose, outras doenças hepáticas, transtornos mentais e comportamentais.
No Estado, em 2013, foram 618 afastamentos relacionados a drogas: 78 casos a mais que 2012. Só o crack correspondeu a 70% das licenças do ano passado. No Brasil, em oito anos, a soma de auxílios concedidos a dependentes químicos passou de 1 milhão. No ano passado, foram 143.451 casos.
RESGATADO
O fotógrafo Guiomédice Paixão, 43 anos, usava drogas e foi resgatado por um projeto assistencial cristão. Por conta do vício em crack, ele perdeu carro, casa, família e um estúdio, famoso na década de 90. Hoje, já experimenta outra realidade.
“Graças a Deus não perdi minha capacidade de executar atividades do dia a dia. Por isso, além de trabalhar no escritório do projeto, conserto computadores e faço outras tarefas. Sinto-me preparado para voltar ao trabalho”. (Texto: André Oliveira, com informações da Gazeta Multimídia)

Comentários
Postar um comentário