Iriny e Foletto contribuem para absolvição de Donadon
Dois deputados federais capixabas estão entre os parlamentares que contribuíram diretamente para que o colega Natan Donadon (sem partido-RO) não tivesse o mandato cassado pela Câmara.
Iriny Lopes (PT) e Paulo Foletto (PSB) estavam presentes à sessão na noite de quarta-feira (28/08), mas não registraram seus votos.
Também estavam presentes e votaram os deputados federais Dr. Jorge Silva (PDT), Manato (PDT), Sueli Vidigal (PDT), Camilo Cola (PMDB), Lelo Coimbra (PMDB), Rose de Freitas (PMDB), César Colnago (PSDB) e Lauriete (PSC).
Donadon está preso desde 28 de junho no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde cumpre pena de 13 anos devido à condenação por peculato e formação de quadrilha pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Na sessão, 233 deputados votaram a favor do parecer aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, favorável à cassação.
O número foi insuficiente para a perda do mandato, que exige ao menos 257 votos. Outros 131 deputados votaram pela manutenção do mandato de Donadon e 41 se abstiveram.
Embora 405 tivessem votado, outros 54 deputados registraram presença no plenário, mas não votaram, incluindo os capixabas Iriny Lopes e Paulo Foletto. Outros 54 sequer apareceram.
AFASTAMENTO
Mas, após a votação, o presidente Henrique Alves (PMDB-RN) decidiu pelo afastamento de Natan Donadon por causa da condenação pelo STF e convocou o suplente imediato, o ex-ministro da Previdência e ex-senador Amir Lando (PMDB-RO).
Em julho, ato da Mesa Diretora já havia suspendido todos os benefícios parlamentares de Donadon, inclusive o salário.
Com a rejeição da cassação, Donadon manterá o status de parlamentar, mas o mandato ficará suspenso enquanto ele estiver preso. (Com informações da Assessoria de Comunicação da Câmara Federal. Infográfico: Folha de São Paulo)
Iriny Lopes (PT) e Paulo Foletto (PSB) estavam presentes à sessão na noite de quarta-feira (28/08), mas não registraram seus votos.
Também estavam presentes e votaram os deputados federais Dr. Jorge Silva (PDT), Manato (PDT), Sueli Vidigal (PDT), Camilo Cola (PMDB), Lelo Coimbra (PMDB), Rose de Freitas (PMDB), César Colnago (PSDB) e Lauriete (PSC).
Donadon está preso desde 28 de junho no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, onde cumpre pena de 13 anos devido à condenação por peculato e formação de quadrilha pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Na sessão, 233 deputados votaram a favor do parecer aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, favorável à cassação.
O número foi insuficiente para a perda do mandato, que exige ao menos 257 votos. Outros 131 deputados votaram pela manutenção do mandato de Donadon e 41 se abstiveram.
Embora 405 tivessem votado, outros 54 deputados registraram presença no plenário, mas não votaram, incluindo os capixabas Iriny Lopes e Paulo Foletto. Outros 54 sequer apareceram.
AFASTAMENTO
Mas, após a votação, o presidente Henrique Alves (PMDB-RN) decidiu pelo afastamento de Natan Donadon por causa da condenação pelo STF e convocou o suplente imediato, o ex-ministro da Previdência e ex-senador Amir Lando (PMDB-RO).
Em julho, ato da Mesa Diretora já havia suspendido todos os benefícios parlamentares de Donadon, inclusive o salário.
Com a rejeição da cassação, Donadon manterá o status de parlamentar, mas o mandato ficará suspenso enquanto ele estiver preso. (Com informações da Assessoria de Comunicação da Câmara Federal. Infográfico: Folha de São Paulo)

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